Capítulo 7 | 2ª temporada | The Journalist |

Piter discute com a esposa em casa por conta de seu trabalho, de sua ausência, e do fato dela ter mentido para ele sobre a gravidez.
Jenifer ameaça ir embora e ele diz que ela pode ir se quisesse.
Ela vai, mas antes de sair, conta para seus pais uma historia bem distorcida da realidade, o que gera uma briga entre Piter e o pai.

O Jornalista dirige até o apartamento de Elize, onde ele entra e os dois bebem vinho e conversam juntos.
Ele passa mais uma noite com ela, onde fazem amor a noite toda.
Parecia que nada mais importava, apenas os dois ali.
Na manhã seguinte enquanto prepara o café, Elize olha uma mensagem que a deixa preocupada.
Então, Piter se levanta e pergunta a ela por qual motivo ela parece apreensiva.
Elize diz a ele, que estava investigando Felipe, mas que tinha que parar.
Ele pergunta por qual motivo, e ela o mostra uma mensagem no celular.
Piter diz a ela, que infelizmente não poderia parar com a investigação, era o seu trabalho.
Não importa o que Felipe e a Max achassem que tem contra eles, isso não poderia parar o trabalho jornalístico.
Elize fica preocupada e diz, que ele tinha fotos deles juntos, fotos que não deveriam ter.
E que se hackearam seu celular, poderiam ter outras informações sensíveis.
Piter pergunta que tipo de informações eles poderiam ter, e ela fala, sobre o que tem conversado no telefone, agora que está afrente da máfia.
Negócios, pontos de ligações, pontos de distribuição de recursos financeiros.
Informações sobre armas, e outros assuntos que eles não poderiam ter, porque se repassassem seriam prejudiciais ao grupo.
Piter fala para ela que precisavam ficar um tempo afastados de todos, e então pensar no que fazer.
Pede que ela arrume suas malas.
Ela vai, Piter pega seu celular, e envia uma cópia de todos os seus dados para sua nuvem.
Envia outra cópia para uma jornalista na Sauros, e então faz uma ligação.

“Leticia, aqui é o Piter.
Eu acabei de te enviar um arquivo que eu quero que analise.
Preste muito bem atenção, tem algumas imagens nesse arquivo que eu quero que segure por enquanto, porque desrespeito a mim, a um relacionamento que eu tenho.
Mas o resto eu quero que passe pra equipe investigar.
Vamos ver que historia tem por trás disso aí.”
Assim que ele desliga o telefone, escuta um barulho, e vai para o quarto de Elize.
Ele nota que a moça estava desmaiada no chão, e homens estavam a segurando.
Ele entra em luta corporal com os criminosos mas perde e é colocado num carro, com ela.

Eles são levados para um prédio abandonado onde eles o agridem para que ela contasse o que queriam saber.
Piter diz que ela não podia os dizer nada, que não ia os dizer nada.
Não importa o quanto o machucassem.
Eles mudam de estratégia e então ameaçam Elize, e dizem que irão mata-la.
Eles queriam as cópias de tudo que foi feito de seu celular.
Elize fala que não copiou nem enviou nada para ninguém, mas eles alegam que sabem que uma cópia foi feita.
Piter diz que ele fez a cópia, e que se não os soltassem, eles estariam sendo cassados no final do dia.
Um alerta chega no celular de Elize, outro no deles.
Uma informação de que Yago Castelamare estava voltando para a cidade.
Piter os avisa que agora teriam que se ver com o chefe da máfia.
Felipe diz, que nem Yago iria salvar Elize de seu destino.
Ele bate com um cano na cabeça de Piter que fica desacordado, e então manda com que se livrem dele e dela.

Piter é colocado num porta-malas, dentro de um carro.
Horas mais tarde, achado pelos homens de Yago, que procuravam por ele e por Elize.
Piter no hospital, conta todo o ocorrido para Yago.
Que então diz que Elize foi morta, por causa de Piter.
Ele diz que estava fazendo seu trabalho, quando pegaram Elize.
E que se fosse Yago, ele ia proteger a máfia, era seu trabalho.
Yago fala para o Jornalista que ele decepcionou, e que claro que ia proteger sua irmã.
Ainda mais tendo um relacionamento com ela.
Mas ele foi mesquinho, fez Elize pensar que ele se importava, quando na realidade só queria foder com ela, e depois, deixou ela para morrer.
Piter ia pagar pela morte de Elize, mais tarde, agora ele tinha outras contas a acertar.

Yago saí do quarto, e Rebeca diz ao filho que ele precisava sair do país.
Piter diz a mãe que não ia fugir de seu destino, se Yago quisesse acertar as contas com ele depois, ele tinha de fato culpa e estava pronto.

Felipe estava em sua empresa, quando homens invadem ela.
Os criminosos, segurando fuzis, entram pelo escritório principal, e atiram nos funcionários.
Uma carnificina é protagonizada.
Felipe escuta os sons de disparos e antes que pudesse sair, se depara com o exército de Castelamare.
“Agora quero que me confesse na minha cara, que não matou Elize.
Que atacou Piter, deu uma canada na cabeça dele, e depois deixou minha irmã sair viva do galpão Felipe.”
Ele não diz uma só palavra.
“Eu disse que se descobrisse que fez mal a ela, ia pagar.
Eu quero que me dê a localização do corpo dela, agora.”
“Não vai ser possível ter essa informação Yago, sinto muito.”
Yago atira na perna do rapaz, com um fuzil.
Depois pega o canivete de um de seus homens que estava na cintura, e desfere um golpe na perna de Felipe.
“Eu vou te fatiar inteiro, até me dizer o que eu quero saber.”

A polícia é acionada mediante aos disparos e gritos na sede da Max.
A revista Sauros, tem todo material para publicar tudo o que aconteceu, inclusive o sequestro de Elize Castelamare.
Uma operação é montada para ir até a empresa Max.
Felipe, continua sendo torturado no local.
“Pode me torturar o quanto quiser, não tem como encontrar o corpo de sua irmã, dissolvemos ela Yago.
Igual nos ensina pra fazer nos cursos da máfia.
Nós aprendemos a matar bem, deveria saber disso.”
Yago então pega uma garrafa de soda cáustica, e joga em cima de Felipe vivo.
Que grita enquanto sua pele queima.
Depois ele ateia fogo na empresa e saí, deixando o prédio em chamas quando a polícia chega para nada encontrar.

Yago Castelamare anuncia a máfia, que Elize foi morta e que a pessoa responsável, foi Felipe.
A matou porque Elize descobriu que ele estava fazendo negócios obscuros por fora, traficando mulheres e armas, sem autorização da máfia.
Fazendo experiências inadequadas e traficando remédios de sua empresa de saúde.
Tudo o que não era para fazer ele fez.
Matou sua irmã para a silenciar, mas ele também foi silenciado.
Agora, a máfia deveria escolher de qual lado eles iam ficar nessa historia.
De repente a porta da sala se abre, e Bruno aparece.
“Isso é verdade meu irmão, eles tem que escolher um lado aqui.
O seu que causou uma grande bagunça, o u o meu, que estou chegando para por ordem na casa.
O que querem fazer senhores?”
Fala Bruno Castelamare, na sua cadeira de rodas.