A confusão dos bancos públicos que quase ruiu a Febraban

Por Revista Kromnws – 08/09/2021

A Federação Brasileira dos Bancos, quase viu sua entidade ruir nos últimos dias.
Uma crise aberta pelo anúncio que Caixa e Banco do Brasil sairiam da fundação, causou intenso mal-estar e mexeu com o Mercado.

Os bancos públicos alegaram que, movimentos políticos tomaram conta da Febraban, contrária ao governo do Presidente Jair Bolsonaro.
Com isso, os bancos públicos controlados pelo Presidente, se mostraram opositores ferrenhos de qualquer ideia, contrária a realidade dos fatos.

1 – A economia no Brasil vai de mal a pior.
2 – A inflação está nas alturas e vai subir mais.
3 – Os juros estão subindo, continuarão a subir, e afastam os investidores.

Esses fatores mais outros, ligados a ordem política do Brasil, deixam uma situação de insustentabilidade, na economia e em toda parte.
Por isso, os bancos queriam se signatar a um manifesto, contra o governo.
E que pedia pacificação e união no Brasil, para resgatar a economia.

Não deu certo.
A Fundação das Indústrias de São Paulo, traiu seus associados e não publicou o documento,
que tinha a concordância da Febraban.
Bolsonaro usou sua influência com Paulo Skaf, ao lado do Presidente da Câmara Arthur Lira, para evitar a tal publicação.
Mas entidades do agronegócio, que participariam do publicado, acabaram lançando uma versão reduzida do manifesto.

Caixa e Banco do Brasil, foram cobrados pelo TCU, sobre as suas posições.
Sair da Febraban, ameaçar criar uma entidade para federar os bancos públicos,
isso não era política?
Questionava o Tribunal.

Resultado, os bancos tiveram que voltar atrás.
Nesse momento permanecerão onde estão, na Febraban.
Mas a Federação balança, apesar de ainda não cair.