The Journalist | Capítulo 12 |

Piter fica sabendo da gravidez de Jenifer e fica sem reação.
A noiva quer uma resposta dele, afinal ela tinha se deitado com ele e esperava que ele fosse honrar com o compromisso, que se casassem antes que sua barriga começasse a
aparecer.
Ele pede que ela espere ele voltar, para que conversassem, e desliga o telefone.
Piter fica apreensivo, e então Yago chega onde ele estava,
ele pergunta o que estava o preocupando, e Piter pergunta a ele, a que ponto estava de pé, a proposta de trabalho que ele o fez.
Yago diz que sempre estava, e que a revista era uma questão de tempo para sair.
E diz a ele se ele estava querendo dar para trás.
Piter diz que não, que ele quer seguir em frente, mais do que nunca.
Ele pergunta o que estava acontecendo, por qual motivo ele estava tão abalado.
Piter diz a Yago, que acreditava ter ocorrido uma situação catastrófica na sua vida, que ele não entendia como era possível de ocorrer.
Mas que teria que administra-la, por mais que fosse difícil.

Yago diz a ele, que o que ele precisasse poderia contar, estava ali para ajuda-lo.
Financeiramente ou com qualquer outro tipo de ajuda que ele necessitasse, agora Piter era da família.
Tornou-se isso quando o ajudou a resgatar Elize.
Aliás queria saber, o que ele sentia por sua irmã?

Piter diz que aquele não era o melhor momento para falar nesse assunto, e Yago saca o que estava acontecendo.
“Sua noiva, ela aprontou alguma. É por isso que está apreensivo não foi?”
“Sim, ela aprontou.
Apareceu grávida.”
“Já esteve com ela?”
“Sim estive, algumas vezes. Poucas mas estive.
A última vez, há cerca de umas 8 ou 9 semanas.
Só que acreditava que estávamos tomando todos os cuidados possíveis.
Eu dava a ela os meios pra que ela se cuidasse.”
“Dava contraceptivos a ela?”
“Ela me dizia que transava comigo, se eu garantisse que ela não ia engravidar antes do casamento, se não os pais matariam nós dois.
Eu queria, então eu pagava os medicamentos dela.
Quando fiquei sem ter como pagar, quando meus pais cortaram o dinheiro por causa de eu escolher ser jornalista,
sempre dei um jeito.
Fiz trabalhos por fora, peguei empréstimo, eu fiz de tudo pra garantir que nunca faltasse o medicamento. Nunca faltou.
Não entendo por qual razão ela apareceu grávida agora, não era para falhar.”
“O medicamento era pílula?
Ela tomou certinho?”
“Não, não era pílula.
Sempre vemos historia de gente que engravida com pílula, por isso busquei um outro método mais seguro e eficaz.
Nós íamos junto ao consultório do ginecologista.”
“Foi todas as vezes?”
“Quase todas.
Há cerca de 3 meses ela tinha que ter trocado o implante medicamentoso e eu não fui, não pude ir.
Ela foi sozinha, me disse que foi, usou o dinheiro eu paguei dei a ela o dinheiro pra pagar.”
“Lamento te informar, sua noiva mentiu pra você.”

Yago e Piter conversam mais um pouco, quando alguém bate na porta.
A irmã dele estava ali, parada.
Vestida com um vestido rosa bem clarinho, com os cabelos molhados após sair do banho, disse que estava pronta para que fossem embora.
Pegariam o voo dali 1h.
Yago fala que não tinham mais nada para fazer ali, e que iam voltar para Oglopogos.
Cecília o dispensou, não tinha o que fazer agora.
Piter, diz que ia arrumar suas coisas, e Yago pede que eles se cuidassem.
Ele saí do quarto e os deixa sozinhos.
Elize fala que Piter parecia tenso, e pergunta o que estava acontecendo.
Ele parecia muito irritado e preocupado, sentado na cama olhando para a moça com seu belo corpo e seu vestido rosa, de puritana, parado na sua frente.

“Minha noiva, creio que tenha me enganado.
Seu irmão também, tudo nos leva a crer.”
“O que ela aprontou, te traiu com outro?”
“Não, não fez isso.
Ao menos eu acho que não, espero que não.”
“Então com que ela te enganou?”
“Ela engravidou, e agora quer casar.”
Elize leva a mão ao peito, quase parece ter um ataque cardíaco.
Mas só parece.
Ela se senta num Puf no quarto, e fica com uma expressão assustada.

Enquanto isso acontece, Cecília estava na sua casa pensando em tudo que aconteceu nas últimas horas.
Bruno, na sala, a chama para conversar.
Ele diz que o filho falou que alguém foi os visitar, 2 homens.
Ele quer saber quem eram e o que queriam, quando alguém bate na porta.
Cecília não sabe o que responder, e pergunta a Bruno se ele não vai atender a porta.
Ele diz a ela, que antes ia o responder a pergunta.
Quem era o homem que ela estava levando pra dentro de casa.
Mas a campanhinha insiste em tocar, e Bruno fica irritado.
“Sente aqui e espere eu voltar.”
Quando ele abre a porta, recebe uma facada no peito, e caí sentado ferido no chão ensanguentado.
“Oi seu filho da puta.
Pensou mesmo que eu nunca ia te achar né, maninho.”
Diz Yago Castelamare.